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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Agropecuária gerou mais de 36 mil novos postos de trabalho em junho

Texto: Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL




Agricultura

Em termos de geração de empregos, a agropecuária teve o melhor saldo entre os setores econômicos, com 36.827 novos postos, conforme os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e DesempregadosArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil

Esta semana foi marcada por importantes datas referentes à agricultura brasileira, culminando hoje (28/07) , no Dia do Agricultor. O setor, que é um dos principais da economia do país, engloba desde o agronegócio a agricultura de subsistência, envolve também movimentos sociais, indígenas, quilombolas, agricultores familiares, em uma produção capaz de abastecer grande parte do mercado interno e ter desempenhos de destaque no mercado externo.



A Lei que instituiu a agricultura familiar no Brasil, Lei nº 11.326/2006, completou 11 anos na segunda-feira (24). Na terça-feira, foi comemorado o Dia da Agricultura Familiar. 

Os dados do setor são representativos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da crise, o setor agropecuário como um todo teve um avanço de 1% do Produto Interno Bruto (PI B) no primeiro trimestre deste ano. O PIB do setor cresceu 13,4% na comparação com o último trimestre do ano passado, no melhor desempenho em termos trimestrais desde 1996.

Em termos de geração de empregos, a agropecuária teve o melhor saldo (diferença entre admissões e demissões) entre os setores econômicos, com 36.827 novos postos, conforme os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Além da agricultura, apenas a administração pública teve saldo positivo, de 704 novos postos. Os demais setores tiveram mais demissões que admissões.

Já a agricultura familiar faz a comida chegar até a mesa de cada brasileiro; produzindo mais 50% dos produtos da cesta básica.





“O agricultor, além de fazer a diferença para a produção, é quase um geneticamente modificado, porque tem muita coragem de pegar todos os seus recursos do ano, jogar no chão como semente, esparramar bem - não tem jeito de juntar - e depois ficar ali, torcendo para chover, para não chover, para receber na hora de vender. É um cidadão muito corajoso, que faz muita diferença para a humanidade", diz o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.

Para este ano é esperada uma safra recorde de grãos, com a produção de 237,2 milhões de toneladas, um aumento de 27,1% ou 50,6 milhões de toneladas frente às 186,6 milhões de toneladas da safra passada, de acordo com a última estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento.

Esses agricultores ocupam um quarto da terra agrícola, mas produzem 87% da mandioca do país, 69% do feijão, 59% dos porcos, 58% dos lácteos, 50% dos frangos, 46% do milho, 33,8% do arroz e 30% do gado do BrasilAntonio Cruz/Agência Brasil

Segundo dados do último Censo Agropecuário, a agricultura familiar representa 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros e é o setor responsável pela base econômica de 90% dos municípios com até 20 mil habitantes e responde por 38% do valor bruto da produção agropecuária nacional.

Esses agricultores ocupam um quarto da terra agrícola, mas produzem 87% da mandioca do país, 69% do feijão, 59% dos porcos, 58% dos lácteos, 50% dos frangos, 46% do milho, 33,8% do arroz e 30% do gado do Brasil.

"O agricultor familiar tem um papel importante no desenvolvimento do nosso país, conquistou [desde o governo de Fernando Henrique Cardoso] políticas públicas e reforçou economicamente o setor. Tivemos uma melhora significativa nas condições de vida do agricultor familiar", diz o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil, Marcos Rochinski.

Rochinski, no entanto, diz que o setor está preocupado com a perda de benefícios devido à extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, transformado no governo de Michel Temer na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário e no contingenciamento de recursos, que de acordo com a Confederação, chegou a 47% em determinadas políticas.

"Nossa posição é tradicionalmente mais comemorativa, mas esse ano é mais de protesto, para trazer a tona que estamos perdendo os investimentos. Não é à toa que alguns números começam a dizer que a fome volta a assolar e ser presente no meio rural, coisa que tínhamos conseguido eliminar. Tivemos melhoras significativas, mas nesse momento, estão todas em risco", diz. 

Segundo a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, foram disponibilizados R$ 30 bilhões para serem investidos na safra 2017/2018, como prevê o Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2020, lançado em maio deste ano. "Acreditamos que há um aumento na participação da agricultura familiar no contexto geral da agricultura brasileira. Para se ter ideia, o Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar], em 2006, disponibilizava R$ 7 bilhões, hoje, são R$ 23 bilhões. Triplicou em dez anos", ressalta o subsecretário da Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, Everton Augusto Paiva Ferreira.

Disputas

O campo também é palco de disputas. Esta semana, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) encampou a Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, que teve início no último dia 25. O movimento ocupou terras do ex-deputado e ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do empresário Eike Batista, do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira e do grupo Amaggi, da família de Blairo Maggi, entre outras.





Em nota, o MST diz que ocupou terras de pessoas acusadas, no cumprimento de função pública, de atos de corrupção, como lavagem de dinheiro, favorecimento ilícito, estelionato e outros.

O movimento, que tem suas origens em organizações que existem no país desde meados do século 20, reúne hoje cerca de 350 mil famílias, segundo o próprio MST. O grande assunto é a reforma agrária, com a desapropriação ou compra de latifúndios improdutivos pela União e redistribuição das terras para famílias que deverão usá-las como meio de sustento. Segundo o MST, isso permitirá a reestruturação não só da concentração da propriedade da terra no Brasil, mas do jeito de produzir.







segunda-feira, 24 de julho de 2017

Clássico de Gervásio Lobato, 'Lisboa sem camisa', regressa às livrarias

Fontedn.pt/lusa/ noticiasaominuto.com
Imagens: Reprodução / © Getty Images
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante do blog MUSIBOL)

O romance "Lisboa Sem Camisa", de Gervásio Lobato, publicado originalmente em 1882, foi reeditado pela Guerra e Paz, porque "é uma acutilante paródia, um verdadeiro clássico do cômico", justificam os editores.


O romance, que é a segunda parte de "Comédia de Lisboa", que Lobato apontava como um título, que abrigava "estudos humorísticos da vida lisboeta", e foi resistindo ao tempo com sucessivo interesse do público. Em 1961, o realizador Herlander Peyroteo adaptou-o a série televisiva, que contou com os desempenhos, entre outros, de Manuel Lereno e Couto Viana

Todavia, hoje era "uma obra esquecida, afastada do panorama literário português", afirmam os editores, argumentando que era "urgente voltar a ser lida e relida".

O título, sublinham, "é desde logo sugestivo" e uma "ameaça": "a capital será despida, ficará em camisa", a peça de roupa que, no século XIX, período que aborda o romance, "nunca se despia nem sequer para ir dormir".







A obra cuja narrativa aborda, como recordam os editores, "a decadência da nobreza, a ascensão da burguesia, o aparecimento de profissões liberais, o início da industrialização", e "tudo é passado a pente fino".

"Lisboa Sem Camisa" é, afiram os editores, "o folhetim-crónica que conta as peripécias da família Antunes, oriunda do Algarve, que se instala em Lisboa, na rua dos Fanqueiros, pelas oportunidades que o funcionalismo público permitia no final do século XIX".

As "personagens expõem os seus comportamentos ridículos, sendo a realidade satirizada com destreza". Aliás, Pinheiro Chagas, na época, elogiara a "espontaneidade do estilo e do espírito" de Gervásio Lobato.






Para os editores, "as figuras de Lobato estão vivas, até no peculiar modo de falar", e sobre esta obra cómica, citam o escritor Eça de Queiroz, que afirmou que "o riso é a mais antiga e ainda terrível forma de crítica".

Gervásio Lobato (1850-1895) natural de Lisboa, onde morreu, fundou aos 15 anos o jornal literário A Voz Académica. Sempre ligado ao mundo dos jornais, destacou-se como autor de folhetins - "Lisboa Sem Camisa" começou aliás, por ser publicado, por 'episódios', no suplemento Vida de Lisboa, do Diário da Manhã, sob o pseudónimo de Gilberto.

"Dotado de uma graça inesgotável", escrevem os editores, Gervásio Lobato foi também autor de teatro, tendo apresentado com regularidade as suas peças no Teatro do Ginásio, ao Chiado, em Lisboa.

Em 1892, quando levou à cena, "O Festim de Baltasar", foi agraciado pelo rei D. Luís com o grau de oficial da Ordem de Sant'Iago.

A Guerra e Paz publicou também "As Aventuras de Huckleberry Finn (O Companheiro de Tom Sawyer)", do norte-americano Mark Twain (1835-1910), numa tradução para português de Miguel Nogueira.


O autor, refere o tradutor, é apontado por muitos como "o pai da literatura americana".

Esta obra foi publicada pela primeira vez, no Reino Unido, em 1884, e no frontispício esclarece que a ação narrativa se passa no Vale do Mississípi, nos Estados Unidos, e há "45 anos atrás".









domingo, 23 de julho de 2017

Samba que celebra Elton Medeiros abre a parceria de Joyce com Moacyr

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL



Joyce Moreno abre parceria com Moacyr Luz.

A conexão musical dos compositores cariocas – bambas na arte de fazer música – deu samba.

DNA é o nome do samba que inaugura a parceria.

A composição inédita de Joyce e Moacyr celebra a linhagem nobre da obra de um terceiro compositor carioca, Elton Medeiros. Conhecido por sambas feitos em parceria com nomes como Cartola (1908 – 1980) e Paulinho da Viola, Elton Medeiros completou 87 anos de vida ontem, 22 de julho de 2017.


(Crédito da imagem: Joyce Moreno em foto de divulgação de Leo Aversa)






quarta-feira, 19 de julho de 2017

Prêmio da Música Brasileira homenageia Ney Matogrosso

Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL


Ney Matogrosso (Foto: Divulgação / Rock in Rio)


Evento, que será realizado nesta quarta-feira (19) no Theatro Municipal, terá 79 indicados em 35 categorias. Pela 1ª vez, prêmio tem ingressos à venda para o público. Por G1 Rio


Ney Matogrosso é o homenageado da vigésima oitava edição do Prêmio da Música Brasileira. O evento será realizado nesta quarta-feira (19) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Centro da cidade, às 21h.

A cerimônia, apresentada por Maitê Proença e Zélia Duncan, também responsável pelo roteiro, terá 79 indicados em 35 categorias. Pela primeira vez, o evento será aberto ao público, com ingressos à venda.

A direção geral é de José Maurício Machline, idealizador da premiação. Sacha Amback assina a direção musical. No palco, Ney Matogrosso apresentará cinco números representativos de sua trajetória. Entre eles, estarão "Rosa de Hiroshima" (Vinicius de Moraes e Gerson Conrad), "Pro Dia Nascer Feliz" (Cazuza e Frejat) e "Melodia Sentimental" (Heitor Villa-Lobos e Dora Vasconcellos) – nesta última, o cantor será acompanhado pelo Trio Madeira Brasil.



Ney Matogrosso (Foto: Divulgação.



Além do homenageado, a noite contará, ainda, com as participações de Chico Buarque ("As Vitrines"), Ivete Sangalo (‘Sangue Latino"), Alice Caymmi e Laila Garin ("Bomba H"), Lenine ("Bicho de Sete Cabeças II"), Pedro Luís ("O Mundo"), Karol Conka ("Homem com H") e BaianaSystem ("Inclassificáveis").

A banda que acompanhará o Ney Matogrosso, e reunida apenas para esta ocasião, será formada por Sacha Amback, Marcos Suzano (programações e percussão), Marcelo Costa (percussão), Alberto Continentino (baixo), André Valle (guitarra), Everson de Moraes (trombone) e Diogo Gomes (trompete).

Desde o ano de sua criação, quando homenageou Vinicius de Moraes, o Prêmio celebra um artista brasileiro, que serve como fonte para o roteiro e repertório da cerimônia de entrega.

Já foram homenageados Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Keti, Dominguinhos, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Noel Rosa, João Bosco, Tom Jobim, Maria Bethânia e Gonzaguinha.


Ney Matogrosso (Foto: Divulgação


Prêmio da Música Brasileira
Local: Theatro Municipal (Praça Floriano, S/N)
Horário: 21h00
Ingressos: De R$ 100 a R$ 300
(à venda em www.ingressorapido.com.br)

Theatro Municipal completou 108 anos em 2017 (Foto: Vânia Laranjeira/ Divulgação)








quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fafá está em casa no DVD que exibe grande momento da artista em cena

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL



Às vésperas de entrar em cena na novela A força do querer (TV Globo, 2017) na pele de Almerinda, cantora que se apresenta com o nome artístico de Mere Star, Fafá de Belém lança DVD do tamanho do talento e da voz da artista. Dez anos após apresentar um primeiro DVD com registro de show de tom retrospectivo, Fafá de Belém ao vivo (2007), a cantora paraense edita um segundo registro audiovisual tão caprichado como o primeiro.


Distribuído no mercado fonográfico via Radar Records, o DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo eterniza momento luminoso na trajetória da artista nos palcos.

Álbum lançado em 2015 para celebrar os 40 anos de carreira desta cantora projetada em escala nacional ao gravar o samba de roda Filho da Bahia (Walter Queiroz) para a trilha sonora da novela Gabriela (TV Globo, 1975), Do tamanho certo para o meu sorriso gerou refinado show hi-tech concebido e dirigido por Paulo Borges – então na segunda incursão como criador de espetáculos musicais após o sucesso obtido em 2014 com o show Rainha dos raios, de Alice Caymmi – para fazer o coração assumidamente brega de Fafá bater com elegância na cena armada com belíssimas projeções.


Captado para o DVD pelo Canal Brasil sob a direção de Murilo Alvesso, em apresentação realizada em 11 de agosto de 2016 no Teatro Bradesco da cidade de São Paulo (SP), o show conserva o requinte no registro audiovisual. Dividindo a cena com os guitarristas paraenses Manoel Cordeiro e Felipe Cordeiro, responsáveis pela direção musical do show, Fafá rebobina músicas do álbum de 2015, reconectada com a cena musical de Belém (PA), cidade que Maria de Fátima Palha de Figueiredo carrega orgulhosamente no sobrenome artístico.

Enquadradas na moldura sofisticada de Paulo Borges, músicas como Quem não te quer sou eu (Firmo Cardoso e Nivaldo Fiúza, 2002) e Os passa vida (Osmar Jr. e Rambolde Campos, 2004) – sucessos da banda paraense Sayonara revividos por Fafá no disco de 2015 – ganham força em cena e se ajustam ao canto intenso da cantora, ardente ao interpretar Volta (Johnny Hooker, 2013) e coerente ao pescar pérola kitsch como o bolero Usei você (Silvio César, 1971).

Paulo Borges soube refinar a cena de Fafá sem diluir a alma passional do canto da intérprete. Por isso, baladas arrasadas como Abandonada (Michael Sullivan e Paulo Sérgio Valle, 1996) caíram bem no roteiro do show. Desde a década de 1980, quando migrou progressivamente da MPB para a canção popular, a voz emotiva de Fafá reverbera sobretudo a trilha dos cabarés e bares de um Brasil sentimental, despudorado.



Ao percorrer Asfalto amarelo (Manoel Cordeiro, Felipe Cordeiro e Zeca Baleiro, 2015), Fafá celebra o Pará que também emerge em Este Rio é minha rua (Paulo André Barata e Ruy Barata, 1976). Mas o show extrapola as fronteiras e a música do Para, pois Fafá é já há 42 anos uma voz do Brasil que também pulsa no trotar sexual de Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977) – número mais teatral de show que se beneficia dos artifícios da cena – e na emoção à flor da pele da canção de despedida Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980).

Enfim, o DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo tem o mérito de registrar um dos melhores shows de Fafá de Belém, apresentado poucas vezes pelo Brasil com a arquitetura original construída por Paulo Borges. É show grandioso, do tamanho da sonora gargalhada de Fafá e da dimensão do Brasil. (Cotação: * * * * *)

(Créditos das imagens: Fafá de Belém em foto de Caio Gallucci.
Capa do DVD Do tamanho certo para o meu sorriso ao vivo)




quinta-feira, 6 de julho de 2017

Trilha de 'Filme' de Cris Braun e Dinho Zampier vai de Sex Beatles a Vivaldi


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: g1.globo.com
Imagens: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



Cantora e compositora gaúcha radicada em Maceió (AL) que ganhou visibilidade no universo pop na década de 1990 quando integrou o grupo carioca Sex Beatles e, na sequência, teve o primeiro CD solo editado pelo então recém-inaugurado selo de Marina Lima, o fugaz Fullgás, Cris Braun se junta em disco com o tecladista, arranjador e produtor musical alagoano Dinho Zampier – metade da dupla Figueroas, voltada para ritmos caribenhos como a lambada.

O álbum de Braun com Zampier, Filme, chega às plataformas digitais em 20 de julho e, em setembro, ganha edição física em CD. Com 11 músicas, quase todas compostas para o disco, Filme reverbera sons da psicodelia da década de 1970, do jazz e do folk de cepa pop.








As únicas regravações são Escorpiões – música de Alvin L lançada pelo grupo Sex Beatles há 23 anos no álbum Automobília (Rock It!, 1994) – e Sento in seno ch'in pioggia di lagrime, ária criada pelo compositor italiano de música erudita Antonio Vivaldi (1678 – 1741) para a ópera Tieteberga (1717).

No entender dos artistas, as 11 músicas do disco compõem a trilha sonora imaginária de história contada nas entrelinhas da narrativa musical.

(Crédito da imagem: capa do álbum Filme, de Cris Braun & Dinho Zampier).




quarta-feira, 5 de julho de 2017

Mahmundi cai na pista romântica com 'Imagem', single que anuncia EP

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação itinerante do Blog MUSIBOL




Um dos destaques da música brasileira no ano passado, por conta do álbum que lançou em maio de 2016, Mahmundi – nome artístico da cantora, compositora e multi-instrumentista carioca Marcela Vale – lança single inédito na próxima sexta-feira, 7 de julho.


Música composta pela artista em parceria com Hugo Braga, Leo Justi e Lux Ferreira, Imagem é a primeira pista do EP que Mahmundi lançará neste segundo semestre de 2017. Gravada com produção dividida entre Lux Ferreira e a própria Mahmundi, a música Imagem tem pegada black romântica.


Já o EP é quarto título (neste formato) da discografia da artista, cujo primeiro EP, Efeito das cores, foi lançado em 2012. Contratada pela gravadora Universal Music após a plataforma Skol Music desativar o selo StereoMono, pelo qual a cantora editou o aclamado primeiro álbum, Mahmundi já lançou pela companhia no primeiro semestre de 2017 um EP ao vivo, Live, somente em edição digital.


(Crédito da imagem: Mahmundi em foto promocional do singleImagem)







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